O mais intimidante

MI TORNADO

2020.10.11 21:46 ProfessionalFrame1 MI TORNADO

je m'en fous grave des gens genre ils s'en foutent de mon bien etre et ne sortent pas le meilleur en moi ---> PERTE DE TEMPS
j'en ait marre qu'on me fasse sentir que je suis pas à la hauteur en quelque sorte je le suis et je le sais et je déteste qu'on me rende confuse
j'ai envie d'évoluer et de me sentir comme avant, dégagez le passage jvais etre ultra egoiste
fourbe, hypocrite, evil, sarcasme, ironie, repartie, intimidante
actrice lol
estime de soi ecrasante, fierté et orgueil massifs
tu te CONSTRUIS bébé
TU N est PAS ce que t'es arrivé et tes blessures peuvent te controler mais quand cest le cas ce nest pas le VRAI TOI

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2020.08.18 22:48 gdtn3 Porque todos esses homossexuais continuam chupando meu galo?

Olha, eu não sou uma pessoa odiosa nem nada - acredito que todos devemos viver e deixar viver. Mas, ultimamente, tenho tido um problema real com esses homossexuais. Você vê, quase onde quer que eu vá atualmente, um deles se aproxima de mim e começa a chupar meu galo. Pegue o último domingo, por exemplo, quando casualmente puxei conversa com esse cara no vestiário do clube de saúde. Nada frutado, apenas alguns caras falando sobre suas rotinas de treino enquanto tomam um bom banho quente. O cara também parecia um homem de verdade - bíceps grandes, coxas carnudas, pescoço grosso. Ele não parecia nem um pouco gay. Pelo menos não até ele começar a chupar meu galo, claro.
De onde esse bicho tem coragem de chupar meu galo? Eu parecia gay para ele? Eu estava usando um boá de penas rosa sem perceber? Não me lembro da frase "Chupe meu galo" entrando na conversa, e não tenho uma placa no pescoço que diga: "Por favor, seus homossexuais, chupem meu galo". Não tenho nada contra os homossexuais. Deixe que eles sejam livres para fazer suas coisas alegres em paz, eu digo. Mas quando eles começam a chupar meu galo, eu tenho um problema real.
Então houve uma vez em que eu estava caminhando pela floresta e me deparei com um homem loiro de aparência robusta em seus trinta e poucos anos. Ele parecia bastante direto para mim enquanto estávamos nos banhando naquele riacho da montanha, mas, antes que você perceba, ele está chupando meu galo! O que há com esses homos? Eles não podem controlar seus impulsos sexuais? Não há galos gays suficientes lá para eles chuparem sem que eles tenham que atacar pessoas normais como eu?
Acredite em mim, não tenho interesse em ter meu galo sugado por alguma bicha. Mas tente dizer isso para o cara no clube de praia. Ou aquele da locadora. Ou aquele que cuidou do meu casamento. Ou qualquer um dos incontáveis ​​outros homossexuais que me procuraram recentemente. Todos eles sugaram meu galo, e não havia nada que eu pudesse fazer para detê-los. Eu te digo, quando um homossexual está chupando seu galo, muitos pensamentos estranhos passam pela sua cabeça: Como diabos isso aconteceu? De onde essa fada tirou a ideia de que eu era gay? E onde ele conseguiu essas botas fantásticas?
Em outras ocasiões, também estraga sua cabeça. Cada vez que um homem passa por mim na rua, tenho medo que ele vá me agarrar e me arrastar para algum banheiro para chupar meu galo. Eu até comecei a visualizar esses episódios repulsivos de chupar galo durante as relações conjugais saudáveis ​​e heterossexuais que eu tenho com minha esposa - mesmo algumas que não aconteceram de verdade, como o encontro suado no vestiário após o jogo com Vancouver Canucks. Mark Messier, em quem não consigo parar de pensar. As coisas poderiam ser piores, suponho. Podem ser mulheres tentando chupar meu galo, o que seria adultério e me faria sentir tremendamente culpado. Do jeito que está, estou apenas com raiva e enjoado. Mas, acredite em mim, isso é o suficiente. Não sei o que faz esses homossexuais me confundirem com um cara que quer seu galosucked e, francamente, não quero saber. Eu só queria que houvesse alguma maneira de fazê-los parar.
Já tentei todo tipo de coisa, mas não adiantou. Alguns meses atrás, comecei a usar uma tanga de couro preta de aparência intimidante com tachas de metal ameaçadoras na esperança de assustar aqueles viados, mas não funcionou. Na verdade, parecia apenas encorajá-los. Então, eu realmente comecei a ficar áspero, batendo neles sempre que eles estavam chupando meu galo, mas isso falhou também. Até mesmo puxar para fora de suas bocas pouco antes da ejaculação e lançar esperma por todo o rosto, peito e cabelo parecia não ter efeito. O que devo fazer para transmitir a mensagem a esses swish? Eu juro, se esses homossexuais não entenderem e pararem de chupar meu pau o tempo todo, terei que recorrer a medidas drásticas - como talvez prendê-los no chão de cimento da doca de carga com meus poderosos antebraços e trabalhando meu galo todo o caminho até sua bunda para que eles entendam alto e bom som o quanto eu desaprovo seus avanços indesejáveis. Quero dizer, você não pode ser muito mais direto do que isso.
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2020.08.13 14:27 carbodemnamur 5 Choses À Faire Avant De Choisir Une Entreprise De Déménagement│Guide De CARBODEM – L’entreprise De Déménagement À Mons

5 Choses À Faire Avant De Choisir Une Entreprise De Déménagement│Guide De CARBODEM – L’entreprise De Déménagement À Mons
Vous avez donc un nouvel endroit en tête ! Toutes nos félicitations ! Qu’il s’agisse d’un déménagement à Mons, nous savons que c’est une période passionnante où vous attendez avec impatience de nouveaux départs. Et Mons est sans aucun doute l’un des meilleurs endroits où vivre. Mais nous savons aussi que la préparation d’un déménagement peut être un peu intimidante et parfois, il semble que votre liste de choses à faire compte un million de kilomètres.
Si vous recherchez des déménageurs à Mons, commencez par ces conseils ci-dessous avant de sélectionner une entreprise de déménagement à Mons
Lire plus...
5 Choses À Faire Avant De Choisir Une Entreprise De Déménagement│Guide De CARBODEM – L’entreprise De Déménagement À Mons
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2020.07.10 21:01 lizphairfan420 Streak 5: Italki

Cette semaine, j’ai decidé trouver un tuteur de français sur le site Italki. Le site a beaucoup de tuteurs et d’enseignants professionnels qui enseignent différents langues. C’est pas trop cher non plus. J’ai pris quelques cours de français avant, mais je n’ai jamais eu un tuteur. Je suis nerveuse mais enthousiaste. J’ai trouvé deux tutrices qui vivent en France et j’ai prévu de faire des réunions avec elles. Je vais leur parler de mes objectifs et decider si je veux continuer. Une dit qu’elle aime parler de cuisine et de livres, donc je suis sûre qu’on va bien entendre. L’idée de parler avec un francophone est intimidante, mais j’ai lu un article sur l’efficacité d’Italki, donc j’ai hâte de parler avec elles.
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2020.05.27 22:41 Eowhyn Conseils d'itinéraires pour le vélotaff à La Défense ?

Bonjour à tous,
J'ai commencé le vélotaff dans Paris il y a quelques mois et pour moi, hors de question de revenir en arrière.
Cela dit, je commence bientôt un nouveau travail à La Défense, et je dois dire que je panique un peu (totalement) à l'idée de rejoindre mon futur lieu de travail à vélo. D'expérience, je sais que Google Maps n'est d'aucune utilité dans le quartier et d'ailleurs en regardant l'itinéraire proposé, je vois qu'il fait passer par des zones souterraines interdites aux vélos et l'appli me lâche sous le bâtiment de l'entreprise. Même Geovelo a l'air un peu perdu, mais propose un itinéraire aérien.
Du coup, j'ai quelques questions, s'il y a des habitués (ou non) qui auraient le temps.
Si vous avez des retours d'expérience pour les pistes cyclables temporaires, n'hésitez pas à les partager aussi.
Merci :)
Update: en continuant un peu mes recherches, je suis tombée sur des photos d'une des pistes temporaires, je les laisse ici au cas ou. En tout cas, la circulation sur le pont de Neuilly est beaucoup moins intimidante d'un coup.
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2020.01.26 18:25 TugaEmLondres Português de partida para Londres

Boas caros amigos emigras,
Sou um jovem de 27 anos que vai finalmente fazer parte da diáspora Portuguesa pelo mundo. Sou nascido e criado em Lisboa, tirei Gestão e comecei a trabalhar em 2016. Quase 4 anos depois, fartei-me dos salários que teimam em não subir grande coisa e tive a sorte de arranjar um emprego porreiro em Londres, agora a começar no início de Fevereiro. Mas... admito que esta situação é um bocado intimidante. Não conheço praticamente ninguém em Londres, vou morar sozinho e como vou deixar os meus amigos/família cá acho importante começar a construir uma rede de amigos para acompanhar esta nova fase da vida.
Por isso estou a fazer este post não numa de colocar questões a quem lá está, mas mais na perspectiva de saber se alguém está mais ou menos na situação idêntica, e se estaria interessado em conversar, partilhar experiências e, quem sabe, fazer um novo amigo alfacinha. Sou um tipo normalíssimo, gosto de viajar, ler, ver filmes, ir ao ginásio, beber uns bons copos e debater vários assuntos. Sei que o reddit é capaz de não ser o melhor sítio para conhecer pessoas, mas longe vão os tempos de faculdade onde era bem mais fácil ;)
Mandem mensagem à vontade!
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2019.12.18 19:36 salma_mlt derrière le tableau...

je m'appelle Salma et j'ai 25 ans. Je vais vous raconter ce qui m'est arriveé le 15 janvier 2013. J'avait demenagé en balieu parisienne. L'appart avait la particularité d'avoir beaucoup de tableau,mais cela ne me deranger pas plus que ça. j'habité au première étage. Malgrès tout les tableaux coloreé, il y en avait un très sinistre qui se situé dans salon. Cela faisait maintenant 5 mois que j'avait emenagé. Mais j'avait remarquer que le tabeau avait bougé. Au début je pensé que c'etait moi mais nan car je n'aimait pas cette peinture alors je ne la toucher jamais!! Alors je comencer a me poser quelques questions,j'en parler a mes amis mais cela ne l'est interesser pas. Je decida donc de ne plus m'en soucier. Un jour, je rentra un peu plus tot du travaille et j'entendu un bruit qui venait du salon je me raprocha delicatement du salon tout en laissant la porte ouverte pour que l'individue sortent facilement sans aucun danger pour moi. Je me raprocha du tableau car c là que provenait le bruit. J'enleva l'euvre intimidante du mur et je decouvris...une femme de dos qui dès quelle m'a vu a couru jusqu'à la porte. Je resta tetaniser pendant 30 secondes. j'avait mal refermer la fenetre et comme j'habite au premier elle avez reussis a entré dans le salon.Depuis j'ai demenager et je n'ai plus jamais entendu parler de cette femme.
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2019.07.30 14:44 gabpac Tocando Govinda em Hebraico [A segunda impressão é a que toca]

Esse negócio de primeira impressão não ocupava demais a cabeça de Gili. Era uma daquelas opiniões, daquelas coisas tão à flor da pele que ele preferia ignorar, e nunca levava muito à sério quando conhecia alguém. Era também por isso que ele detestava blind dates.
Vou coisíssima nenhuma!
Não foi, é claro, o que o Gili disse, mas foi o que teve vontade de dizer para o Sussia, que fumava sentado na única mesa do quiosque. Contido, no fim só respondeu:
- Pode ser.
Pois a primeira impressão que Gili passava era intimidante. Tinha trinta e oito anos, um metro e noventa e cento e quarenta quilos. Era quase completamente careca, o resto do cabelo, raspado. Mas tinha olhos azuis calmos, serenos, um rosto agradável, e uma boca sem lábios que davam a sensação de estarem sempre tentando segurar um sorriso irônico. Era o dono de um quiosque na rua Bograshov, em Tel-Aviv, a uma quadra da praia. Ali trabalhava seis vezes por semana já há onze anos. Morava perto, a duas quadras dali, num apartamento de quarto e sala onde guardava suas guitarras e que dividia com seu vira-latas que ia com ele para todo lado. Gili ia deslizando com seu skate long-board pelas ciclovias de Tel-Aviv, e Muttley, arrastando sua língua pendurada no lado da boca, correndo contente ao lado dele.
O Sussia era um velho marrom, curvado, de nariz bulboso numa cara chupada. Aparecia no quiosque todas as manhãs para tomar café turco, fumar um ou dois cigarros, preencher um cartão da loto e contar intermináveis histórias que não tinham nem começo e nem fim.
Teve uma manhã dessas que Sussia veio falando de uma moça. Ela, que já andava cansada de estar solteira, reclamava que os homens de verdade nunca cruzavam com ela pelas vielas da vida. Pois eu sei de um homem de verdade! Sussia disse para a filha da amiga.
- E daí eu dei teu telefone para ela.
Gili não teve nenhuma reação perceptível quando o Sussia disse aquilo. Seguiu repondo o estoque de cigarros com seus enormes braços, cobertos de tatuagem, sem pressa de dizer nada. Só quando terminou de esvaziar seu último caixote é que respondeu à pergunta que nunca foi feita.
- Pode ser.
- É boa moça, Gili. Você já está solteiro há quanto? Dois? Três anos? No meu tempo eu não ficava sozinho nem por uma semana. Nada disso, habibi! Eu saia por Holon, Bat-Yam, às vezes Yaffo e Tel-Aviv. E nem era como é hoje, que, bem... as moças na minha época… Era complicado. Eu não consigo entender como é que você fica assim, sozinho. Cada moça bonita que passa por aqui, todos os dias, o dia inteiro. Vão e vêm da praia. Se eu fosse jovem… É… Bem, a Ayelet é uma moça muito boa. Eu acho que você vai gostar dela. Quem sabe se você se vestisse melhor? Ao invés de usar essas camisetas largas, esse tênis velho, todos os dias. Você não morre de calor? Eu ia morrer de calor com essa calça pesada. Bem, está na minha hora. Melhor eu ir indo.
Sussia se levantou da cadeira de plástico, foi até o caixa levando o copinho cheio de borra de café no fundo e a cartela da loto preenchida para pagar.
- Dez shekalim. - Disse Gili.
Sussia enfiou os dedos magros no bolso da calça frouxa e tirou dali uma moeda. Enquanto fazia isso, disse, equilibrando o cigarro na boca:
- Se ela te mandar uma mensagem, você responda, viu?
- Pode ser.
- Yalla! Tenha um bom dia!
- Você também, Moshe.
Moshe Sussia, antes de ir embora, ainda acendeu o cigarro na frente do quiosque, ao lado do estande de revistas. Gili botou o copo sujo numa pilha debaixo do caixa e seguiu seu trabalho.
Muttley ia com o dono também para o trabalho e, de manhã cedo, ao chegar, se enroscava na calçada, na frente do quiosque. O calorão vinha logo e aí ele se refugiava do lado de dentro, atrás do balcão apertado para aproveitar o ar-condicionado forte.
Ao longo da manhã Gili manteve a cabeça ocupada com o movimento no quiosque. Começava bem cedo de manhã com os habituais do bairro e passava aos poucos a ser ocupado pelos transeuntes acidentais que iam aparecendo mais tarde. Tinha gente que ia a caminho da praia que preferia comprar sua bebida ali; mais barata e mais gelada. Gente que estacionava na esquina e vinha comprar um cigarro, rapidinho. Algum distraído que deixou o leite acabar e precisava de uma caixa com urgência. Crianças comprando picolé, o avô comprando jornal. Apareceu um rapaz nervoso que pediu um espresso e sentou-se ali a ler um jornal para fazer hora e se foi. Uma senhora que morava no edifício acima tinha um molho de chaves reserva guardado com Gili. Ela pareceu ali pedindo as chaves, desculpou-se pela trapalhada, comprou sua revista mensal e voltou a seus afazeres depois de reclamar de novo do calor.
Pouco mais tarde apareceu o Tomer, rapaz que trabalhava com ele meio expediente, aliviando nos horários de pico e nos finais de semana. E com Tomer veio a calma que permitiu Gili ir almoçar e tomar um café.
Próximo do fim do dia, quando Gili já estava se preparando para ir para casa, uma mensagem no seu telefone pisca.
Oi, tudo bem? Meu nome é Ayelet. Moshe me deu teu telefone. Eu prometi que ia mandar uma mensagem para você. Você está livre amanhã? Sete e meia, pode ser?
Gili ficou olhando para o telefone largado em cima do balcão enquanto embalava um isqueiro, um pacote de tabaco e seda para enrolar cigarro dentro de uma sacola plástica. Não largou o olho do aparelho enquanto pegava o dinheiro do cliente e lhe dava a sacola com seus apetrechos. Só parou de olhar quando a tela se apagou sozinha. Assim, era como se a mensagem nunca tivesse sido mandada, e ele não precisaria lidar com o seu conteúdo. Pelo menos até abrir o telefone de novo.
Gili organizou suas coisas, pegou sua mochila, botou Muttley numa coleira, buscou seu skate nos fundos do quiosque, despediu-se de Tomer e foi para sua casa. Era fim de tarde e a rua Bograshov ainda estava cheia. O sol, ainda quente, estava próximo a se deitar por detrás do Mediterrâneo. Ele rolava com o skate por entre os transeuntes, sem pressa, para virar logo ali na Shalom Aleichem, onde era seu apartamento. Aproveitou que Muttley parou para cheirar um outro cachorro na esquina e parou junto. Tirou o telefone do bolso e respondeu a mensagem.
Pode ser.
Incluiu o nome de um café-restaurante ali perto e desligou a tela antes de ver se tinha resposta.
Deu um empurrão com o pé e tomou velocidade, no meio da rua de mão única, até chegar onde morava.
No dia seguinte, cedo de manhã, Sussia veio ao quiosque. Fumou seu cigarro, tomou seu café turco, preencheu sua cartela de loto e contou suas intermináveis histórias, sem começo e sem fim. Enquanto isso Gili conferia que Tomer havia fechado o caixa corretamente no dia anterior, tomava seu café (espresso, sem açúcar) e comia o sanduíche de omelete e queijo que fizera em casa.
Sussia não mencionou Ayelet. Gili sentiu, simultaneamente, uma leve irritação, afinal Sussia lhe devia essa pequena atenção, e também um profundo alívio, pois não queria compartilhar com ninguém, menos ainda com Sussia, a mornidão do seu interesse no problema.
Mais ou menos neste espírito passou o dia; entre a negação de que tinha uma certa expectativa, talvez até uma ansiedade, e entre a legítima calma que a certeza de que o encontro não seria nada demais lhe trazia.
Seis e meia largou o quiosque nas mãos de Tomer, levando a mochila, o skate e o Muttley para casa.
Do encontro não esperava nada, ou para ser mais preciso, esperava apenas uma moderada chateação. Mas tomou banho e arrumou-se para o show em que iria tocar com sua banda à noite num lugar ali perto. Calculou que, fosse como fosse, provavelmente não ia ter tempo para se arrumar direito entre sair do encontro com Ayelet e ir para a casa de shows. A guitarra já estaria lá esperando por ele, preparada pelo engenheiro de som.
Saiu de casa, montou no skate e subiu a Bograshov quase até o teatro Habima com potentes patadas no asfalto. Estava adiantado. Sentou-se no restaurante, pediu uma cerveja e esperou Ayelet chegar.
Aos quarenta e dois anos, Ayelet parecia bem mais nova. O pequeno tamanho ajudava a dar essa impressão. Tinha um andar leve e gracioso que não denunciava já ter carregado duas crianças no ventre, e nem que ainda as carregava nas costas de vez em quando.
Não era muito bonita. Já se achou mais feia na vida, mas naquele fim de tarde gostaria de ter tido mais tempo e mais cuidado em se arrumar para sair. A idade lhe deu um pouco mais de carne para seu rosto magro. Seus olhos castanhos hoje não lhe pareciam mais tão pesados, ou tímidos. O que tinha perdido de frescor, ganhou em calma indiferença e um certo atrevimento.
Moshe Sussia estava visitando a sua mãe numa tarde quando ela estava lá buscando as crianças. Puxou assunto; ou melhor, extendeu seu interminável assunto para incluir a situação marital dela.
- Sozinha, Moshe.
- Mas uma moça bonita como você, Ayelet? Não é possível.
- Nem mais tão moça, nem assim de bonita. Me falta tempo, Moshe. Eu não vou investir o pouco que me resta para descanso em encontros com homens que querem uma mãe, e não uma parceira.
- Sabe o que? Eu conheço um rapaz que eu acho que você vai gostar.
E Ayelet só aceitou anotar o telefone para evitar uma desfeita com o velho Moshe e, mais importante, para poder mudar de assunto. E como sabia que Moshe ia cobrar de sua mãe e sua mãe ia cobrar dela, mandou uma mensagem logo no dia seguinte para se livrar do assunto.
Na tarde em que ia encontrar Gili, desceu do ônibus sentindo uma vaga curiosidade. Uma ligeira paz de quem não tinha expectativa nenhuma. Sem expectativas, não esperava qualquer decepção. Não é que tivesse saido de cassa empurrada, ou que tivesse sido obrigada a ir. Ela racionalizava que baixas expectativas significava, também, que poderia tirar proveito do que viesse. Fosse como fosse, dar um pulo no centro de Tel-Aviv e comer num bom restaurante não iam ser uma tortura. Ayelet ainda aproveitou que já tinha depositado as crianças com o pai delas para combinar com uma amiga e se encontrar com ela depois da janta. Estava, assim, satisfeita de ter uma noite um pouco diferente.
Encontrou o restaurante e logo a sua companhia. Ele se levantou para cumprimentá-la.
Ele era um gigante e ela deu um quase imperceptível passo para trás. Apresentaram-se. Ele às parecia mais velho do que os trinta e oito anos que disse que tinha. Depois, mudava de expressão e parecia muito mais novo. Manuseava os talheres com insuspeita delicadeza para braços tão maciços. Era gentil, paciente, seco e silencioso. Quase não falava.
Sentiu-se ansiosa e um pouco culpada de não conseguir sentir nenhuma atração. Nada. O rapaz não era feio, e também não era bonito. Tinha os olhos luminosos, risonhos, mas ele quase não sorria. Seu tamanho a inibia, mas as tatuagens a assustavam. Em um braço havia uma coleção de símbolos hindus, deuses com mais de um par de braços, delicadas teias tribais de várias cores, de alto a baixo, até os dedos. Em um outro braço haviam flores, animais estilizados e várias frases em algum caractere que parecia sânscrito. Gili não a faria olhar duas vezes em qualquer outra circunstância, a não ser pela sua inevitável figura imponente. Ayelet queria se achar uma pessoa mais descolada e sem preconceitos, e daí a ponta de culpa. Não sentia repulsa, mas não conseguia cruzar a barreira da primeira impressão.
Gili achou Ayelet bonita, mas desinteressante. Ela pediu salmão assado e arroz branco. O prato mais sem graça de todo o cardápio. Podia ter escolhido uma salada só de alface e seria provavelmente mais saboroso e certamente teria mais caráter. Gili sentia uma certa relutância, um comedimento sutil vindo dela. Ayelet não o olhava nos olhos e parecia pouco à vontade na sua cadeira. Quase não falava e Gili, naturalmente quieto e reservado, não conseguia puxar assunto. Mas isso não não chegou a fazer ele se sentir incomodado, rejeitado, nem sequer aborrecido. Surfava na onda da segunda cerveja, aproveitava o princípio de noite quente para relaxar, ver as pessoas que entravam e saíam do restaurante. Talvez confessasse, se fosse interrogado, que na verdade não se esforçou terrivelmente para ser o parceiro ideal.
Despediram-se com a falta de cerimônia dos que sabem que nunca mais vão se ver na vida.
Mas estavam errados. Vinte minutos depois a amiga da Ayelet a levou para ouvir uma banda psicodélica tocar num bar da Dizengoff, e a surpresa dela não foi a de ver sua companhia de jantar ali em cima do palco tocando guitarra, mas sin de ver nele um cara completamente diferente. A banda abriu o show tocando Govinda do Kula Shaker. Gili solava na sua guitarra e a fazia soar como uma moça indiana cantando em sânscrito, enquanto o vocalista misturava letras em hebraico do Shalom Hanoch com inglês do Bob Dylan. E a camiseta preta sem marcas, e a calça cheia de metais que Gili usava fizeram sentido. Até as tatuagens dele faziam sentido agora, vindas dos ombros e cruzando o braço todo para descer dos dedos e formar as cordas da guitarra e tocar música. A esfinge que ela não decifrou na mesa do restaurante era agora clara, um rosto aberto e franco, tão envolvido com o som que se criava que parecia ausente, numa expressão de exultação pacífica que ela tinha achado antes que era indiferença. Gili rodopiava e largava cada virada de acorde com um amplo movimento do braço que fazia parecer que a delicadeza com que usava as mãos era só um ensaio para uma agilidade insuspeita num corpanzil como o seu.
Ayelet, pasma, passou o começo do show tentando entender onde estava esse homem meia hora atrás, e decidiu que queria um date com esse cara daí, assim que acabasse o show.
https://medium.com/@gabpac/tocando-govinda-em-hebraico-ae180da87c5a
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2019.07.30 14:35 gabpac Tocando Govinda em Hebraico [A segunda impressão é a que toca]

Esse negócio de primeira impressão não ocupava demais a cabeça de Gili. Era uma daquelas opiniões, daquelas coisas tão à flor da pele que ele preferia ignorar, e nunca levava muito à sério quando conhecia alguém. Era também por isso que ele detestava blind dates.
Vou coisíssima nenhuma!
Não foi, é claro, o que o Gili disse, mas foi o que teve vontade de dizer para o Sussia, que fumava sentado na única mesa do quiosque. Contido, no fim só respondeu:
- Pode ser.
Pois a primeira impressão que Gili passava era intimidante. Tinha trinta e oito anos, um metro e noventa e cento e quarenta quilos. Era quase completamente careca, o resto do cabelo, raspado. Mas tinha olhos azuis calmos, serenos, um rosto agradável, e uma boca sem lábios que davam a sensação de estarem sempre tentando segurar um sorriso irônico. Era o dono de um quiosque na rua Bograshov, em Tel-Aviv, a uma quadra da praia. Ali trabalhava seis vezes por semana já há onze anos. Morava perto, a duas quadras dali, num apartamento de quarto e sala onde guardava suas guitarras e que dividia com seu vira-latas que ia com ele para todo lado. Gili ia deslizando com seu skate long-board pelas ciclovias de Tel-Aviv, e Muttley, arrastando sua língua pendurada no lado da boca, correndo contente ao lado dele.
O Sussia era um velho marrom, curvado, de nariz bulboso numa cara chupada. Aparecia no quiosque todas as manhãs para tomar café turco, fumar um ou dois cigarros, preencher um cartão da loto e contar intermináveis histórias que não tinham nem começo e nem fim.
Teve uma manhã dessas que Sussia veio falando de uma moça. Ela, que já andava cansada de estar solteira, reclamava que os homens de verdade nunca cruzavam com ela pelas vielas da vida. Pois eu sei de um homem de verdade! Sussia disse para a filha da amiga.
- E daí eu dei teu telefone para ela.
Gili não teve nenhuma reação perceptível quando o Sussia disse aquilo. Seguiu repondo o estoque de cigarros com seus enormes braços, cobertos de tatuagem, sem pressa de dizer nada. Só quando terminou de esvaziar seu último caixote é que respondeu à pergunta que nunca foi feita.
- Pode ser.
- É boa moça, Gili. Você já está solteiro há quanto? Dois? Três anos? No meu tempo eu não ficava sozinho nem por uma semana. Nada disso, habibi! Eu saia por Holon, Bat-Yam, às vezes Yaffo e Tel-Aviv. E nem era como é hoje, que, bem... as moças na minha época… Era complicado. Eu não consigo entender como é que você fica assim, sozinho. Cada moça bonita que passa por aqui, todos os dias, o dia inteiro. Vão e vêm da praia. Se eu fosse jovem… É… Bem, a Ayelet é uma moça muito boa. Eu acho que você vai gostar dela. Quem sabe se você se vestisse melhor? Ao invés de usar essas camisetas largas, esse tênis velho, todos os dias. Você não morre de calor? Eu ia morrer de calor com essa calça pesada. Bem, está na minha hora. Melhor eu ir indo.
Sussia se levantou da cadeira de plástico, foi até o caixa levando o copinho cheio de borra de café no fundo e a cartela da loto preenchida para pagar.
- Dez shekalim. - Disse Gili.
Sussia enfiou os dedos magros no bolso da calça frouxa e tirou dali uma moeda. Enquanto fazia isso, disse, equilibrando o cigarro na boca:
- Se ela te mandar uma mensagem, você responda, viu?
- Pode ser.
- Yalla! Tenha um bom dia!
- Você também, Moshe.
Moshe Sussia, antes de ir embora, ainda acendeu o cigarro na frente do quiosque, ao lado do estande de revistas. Gili botou o copo sujo numa pilha debaixo do caixa e seguiu seu trabalho.
Muttley ia com o dono também para o trabalho e, de manhã cedo, ao chegar, se enroscava na calçada, na frente do quiosque. O calorão vinha logo e aí ele se refugiava do lado de dentro, atrás do balcão apertado para aproveitar o ar-condicionado forte.
Ao longo da manhã Gili manteve a cabeça ocupada com o movimento no quiosque. Começava bem cedo de manhã com os habituais do bairro e passava aos poucos a ser ocupado pelos transeuntes acidentais que iam aparecendo mais tarde. Tinha gente que ia a caminho da praia que preferia comprar sua bebida ali; mais barata e mais gelada. Gente que estacionava na esquina e vinha comprar um cigarro, rapidinho. Algum distraído que deixou o leite acabar e precisava de uma caixa com urgência. Crianças comprando picolé, o avô comprando jornal. Apareceu um rapaz nervoso que pediu um espresso e sentou-se ali a ler um jornal para fazer hora e se foi. Uma senhora que morava no edifício acima tinha um molho de chaves reserva guardado com Gili. Ela pareceu ali pedindo as chaves, desculpou-se pela trapalhada, comprou sua revista mensal e voltou a seus afazeres depois de reclamar de novo do calor.
Pouco mais tarde apareceu o Tomer, rapaz que trabalhava com ele meio expediente, aliviando nos horários de pico e nos finais de semana. E com Tomer veio a calma que permitiu Gili ir almoçar e tomar um café.
Próximo do fim do dia, quando Gili já estava se preparando para ir para casa, uma mensagem no seu telefone pisca.
Oi, tudo bem? Meu nome é Ayelet. Moshe me deu teu telefone. Eu prometi que ia mandar uma mensagem para você. Você está livre amanhã? Sete e meia, pode ser?
Gili ficou olhando para o telefone largado em cima do balcão enquanto embalava um isqueiro, um pacote de tabaco e seda para enrolar cigarro dentro de uma sacola plástica. Não largou o olho do aparelho enquanto pegava o dinheiro do cliente e lhe dava a sacola com seus apetrechos. Só parou de olhar quando a tela se apagou sozinha. Assim, era como se a mensagem nunca tivesse sido mandada, e ele não precisaria lidar com o seu conteúdo. Pelo menos até abrir o telefone de novo.
Gili organizou suas coisas, pegou sua mochila, botou Muttley numa coleira, buscou seu skate nos fundos do quiosque, despediu-se de Tomer e foi para sua casa. Era fim de tarde e a rua Bograshov ainda estava cheia. O sol, ainda quente, estava próximo a se deitar por detrás do Mediterrâneo. Ele rolava com o skate por entre os transeuntes, sem pressa, para virar logo ali na Shalom Aleichem, onde era seu apartamento. Aproveitou que Muttley parou para cheirar um outro cachorro na esquina e parou junto. Tirou o telefone do bolso e respondeu a mensagem.
Pode ser.
Incluiu o nome de um café-restaurante ali perto e desligou a tela antes de ver se tinha resposta.
Deu um empurrão com o pé e tomou velocidade, no meio da rua de mão única, até chegar onde morava.
No dia seguinte, cedo de manhã, Sussia veio ao quiosque. Fumou seu cigarro, tomou seu café turco, preencheu sua cartela de loto e contou suas intermináveis histórias, sem começo e sem fim. Enquanto isso Gili conferia que Tomer havia fechado o caixa corretamente no dia anterior, tomava seu café (espresso, sem açúcar) e comia o sanduíche de omelete e queijo que fizera em casa.
Sussia não mencionou Ayelet. Gili sentiu, simultaneamente, uma leve irritação, afinal Sussia lhe devia essa pequena atenção, e também um profundo alívio, pois não queria compartilhar com ninguém, menos ainda com Sussia, a mornidão do seu interesse no problema.
Mais ou menos neste espírito passou o dia; entre a negação de que tinha uma certa expectativa, talvez até uma ansiedade, e entre a legítima calma que a certeza de que o encontro não seria nada demais lhe trazia.
Seis e meia largou o quiosque nas mãos de Tomer, levando a mochila, o skate e o Muttley para casa.
Do encontro não esperava nada, ou para ser mais preciso, esperava apenas uma moderada chateação. Mas tomou banho e arrumou-se para o show em que iria tocar com sua banda à noite num lugar ali perto. Calculou que, fosse como fosse, provavelmente não ia ter tempo para se arrumar direito entre sair do encontro com Ayelet e ir para a casa de shows. A guitarra já estaria lá esperando por ele, preparada pelo engenheiro de som.
Saiu de casa, montou no skate e subiu a Bograshov quase até o teatro Habima com potentes patadas no asfalto. Estava adiantado. Sentou-se no restaurante, pediu uma cerveja e esperou Ayelet chegar.
Aos quarenta e dois anos, Ayelet parecia bem mais nova. O pequeno tamanho ajudava a dar essa impressão. Tinha um andar leve e gracioso que não denunciava já ter carregado duas crianças no ventre, e nem que ainda as carregava nas costas de vez em quando.
Não era muito bonita. Já se achou mais feia na vida, mas naquele fim de tarde gostaria de ter tido mais tempo e mais cuidado em se arrumar para sair. A idade lhe deu um pouco mais de carne para seu rosto magro. Seus olhos castanhos hoje não lhe pareciam mais tão pesados, ou tímidos. O que tinha perdido de frescor, ganhou em calma indiferença e um certo atrevimento.
Moshe Sussia estava visitando a sua mãe numa tarde quando ela estava lá buscando as crianças. Puxou assunto; ou melhor, extendeu seu interminável assunto para incluir a situação marital dela.
- Sozinha, Moshe.
- Mas uma moça bonita como você, Ayelet? Não é possível.
- Nem mais tão moça, nem assim de bonita. Me falta tempo, Moshe. Eu não vou investir o pouco que me resta para descanso em encontros com homens que querem uma mãe, e não uma parceira.
- Sabe o que? Eu conheço um rapaz que eu acho que você vai gostar.
E Ayelet só aceitou anotar o telefone para evitar uma desfeita com o velho Moshe e, mais importante, para poder mudar de assunto. E como sabia que Moshe ia cobrar de sua mãe e sua mãe ia cobrar dela, mandou uma mensagem logo no dia seguinte para se livrar do assunto.
Na tarde em que ia encontrar Gili, desceu do ônibus sentindo uma vaga curiosidade. Uma ligeira paz de quem não tinha expectativa nenhuma. Sem expectativas, não esperava qualquer decepção. Não é que tivesse saido de cassa empurrada, ou que tivesse sido obrigada a ir. Ela racionalizava que baixas expectativas significava, também, que poderia tirar proveito do que viesse. Fosse como fosse, dar um pulo no centro de Tel-Aviv e comer num bom restaurante não iam ser uma tortura. Ayelet ainda aproveitou que já tinha depositado as crianças com o pai delas para combinar com uma amiga e se encontrar com ela depois da janta. Estava, assim, satisfeita de ter uma noite um pouco diferente.
Encontrou o restaurante e logo a sua companhia. Ele se levantou para cumprimentá-la.
Ele era um gigante e ela deu um quase imperceptível passo para trás. Apresentaram-se. Ele às parecia mais velho do que os trinta e oito anos que disse que tinha. Depois, mudava de expressão e parecia muito mais novo. Manuseava os talheres com insuspeita delicadeza para braços tão maciços. Era gentil, paciente, seco e silencioso. Quase não falava.
Sentiu-se ansiosa e um pouco culpada de não conseguir sentir nenhuma atração. Nada. O rapaz não era feio, e também não era bonito. Tinha os olhos luminosos, risonhos, mas ele quase não sorria. Seu tamanho a inibia, mas as tatuagens a assustavam. Em um braço havia uma coleção de símbolos hindus, deuses com mais de um par de braços, delicadas teias tribais de várias cores, de alto a baixo, até os dedos. Em um outro braço haviam flores, animais estilizados e várias frases em algum caractere que parecia sânscrito. Gili não a faria olhar duas vezes em qualquer outra circunstância, a não ser pela sua inevitável figura imponente. Ayelet queria se achar uma pessoa mais descolada e sem preconceitos, e daí a ponta de culpa. Não sentia repulsa, mas não conseguia cruzar a barreira da primeira impressão.
Gili achou Ayelet bonita, mas desinteressante. Ela pediu salmão assado e arroz branco. O prato mais sem graça de todo o cardápio. Podia ter escolhido uma salada só de alface e seria provavelmente mais saboroso e certamente teria mais caráter. Gili sentia uma certa relutância, um comedimento sutil vindo dela. Ayelet não o olhava nos olhos e parecia pouco à vontade na sua cadeira. Quase não falava e Gili, naturalmente quieto e reservado, não conseguia puxar assunto. Mas isso não não chegou a fazer ele se sentir incomodado, rejeitado, nem sequer aborrecido. Surfava na onda da segunda cerveja, aproveitava o princípio de noite quente para relaxar, ver as pessoas que entravam e saíam do restaurante. Talvez confessasse, se fosse interrogado, que na verdade não se esforçou terrivelmente para ser o parceiro ideal.
Despediram-se com a falta de cerimônia dos que sabem que nunca mais vão se ver na vida.
Mas estavam errados. Vinte minutos depois a amiga da Ayelet a levou para ouvir uma banda psicodélica tocar num bar da Dizengoff, e a surpresa dela não foi a de ver sua companhia de jantar ali em cima do palco tocando guitarra, mas sin de ver nele um cara completamente diferente. A banda abriu o show tocando Govinda do Kula Shaker. Gili solava na sua guitarra e a fazia soar como uma moça indiana cantando em sânscrito, enquanto o vocalista misturava letras em hebraico do Shalom Hanoch com inglês do Bob Dylan. E a camiseta preta sem marcas, e a calça cheia de metais que Gili usava fizeram sentido. Até as tatuagens dele faziam sentido agora, vindas dos ombros e cruzando o braço todo para descer dos dedos e formar as cordas da guitarra e tocar música. A esfinge que ela não decifrou na mesa do restaurante era agora clara, um rosto aberto e franco, tão envolvido com o som que se criava que parecia ausente, numa expressão de exultação pacífica que ela tinha achado antes que era indiferença. Gili rodopiava e largava cada virada de acorde com um amplo movimento do braço que fazia parecer que a delicadeza com que usava as mãos era só um ensaio para uma agilidade insuspeita num corpanzil como o seu.
Ayelet, pasma, passou o começo do show tentando entender onde estava esse homem meia hora atrás, e decidiu que queria um date com esse cara daí, assim que acabasse o show.
https://medium.com/@gabpac/tocando-govinda-em-hebraico-ae180da87c5a
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2019.06.26 22:38 cafoma Minha autoestima e autoconfiaca estao abaixo de zero

Me sinto intimidado pelos outros, nao tenho confiança pra me expressar da forma que quero, me acho baixo e feio e ja fui zoado por isso.
Ja sofri bulling, apanhei e fui humilhado. Acho que poderia acontecer hoje denovo porque continuo incapaz de me defender
Vejo que as meninas sempre escolhem os caras mais confiantes, altos, fortes e intimidantes, e eu nao sou nada disso. Todas as minas que acho interessantes e ja tentei me aproximar tem mais de 2000 seguidores no instagram com infinitos caras atras
Nao sei passar confianca, sempre sou o cara "fofo".me sinto um idiota. Vejo os caras chegando nas minas confiantes e falando putaria ou as minas fazendo o mesmo.
Sinto que todo mundo faz parte de algo que eu nao faco, tipo uma maçonaria
Me critico o tempo inteiro me julgo me analiso etc
Agora estou relativamente bem porque estou bebado
O que eu faco pra me.amar mais e ter mais confianca de ser e agir como eu quiser? Ser mais intimidador e me impor mais, ser mais confiante
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2019.04.08 05:13 edu356 Revendo animes da adolescência e compartilhando devaneios

Essa semana revi o Code Geass: Lelouch of the Rebellion, tanto a primeira quanto a segunda temporada. A única coisa que me lembrava era o final que marcou bastante.

Queria compartilhar com vocês a minha visão do anime que por sua vez, já deixarei claro que é muito bom -RECOMENDO- tendo em vista que encontrei um artigo, segue o link:(https://medium.com/@renanjonatas/code-geass-é-o-melhor-e-o-pior-do-anime-em-uma-só-obra-2c968037f9), no qual concordei parcialmente com o autor. Os principais pontos de discordância é quanto o caráter personalíssimo e niilista do protagonista e o Kuzaku, seu amigo, e o fato de comparar-lo com o Kira e dizer que são diferentes.
Outro ponto que discordei é o fato do Charles, o Imperador de Britania, se tão OP que só pode ser vencido por ele mesmo. Ele critica isso no anime como um ponto negativo. No meu ponto de vista, foi algo a favor, Charles, estava buscando um poder inigualável, e ele ser tão forte faz sentido, diferente do Madara no Naruto shippuden que de tão ridículo só foi derrotado quando a " mãe dos shakras matou ele", ali foi forçado.

Por fim, queria ressaltar a parte filosófica do anime, este sim, para mim, o ápice do anime. Na graduação em Direito, quando estudamos Direito Penal, geralmente começa-se com um Livro chamado "Dos delitos e das penas" de Cessare Beccaria, há uma parte que ele descreve que as sanções devem ser cruéis e intimidantes quando a sociedade sai de um estado de barbárie para transição de uma sociedade civilizada e ao longo do tempo tais punições devem ser extirpadas e proporcionais. Lelouch ao meu ver seguiu essa linha, concentrar toda a maldade do mundo em si e depois elimina-lá, é uma prática utilizada até por governantes do mundo real, criar um mal em comum para unir a pessoas e justificar atos, vide as ondas nacionalistas do século passado e que está ressurgindo. Outro ponto, o Kuzaku, que no começo eu ficava puto, pois para mim ele era o mais egoísta, lutava por algo, no entanto, não era capaz de fazer o que já tinha feito, por trás de um pretexto de redenção. No final do anime pelo menos ele se toca.
Compartilhem suas visões do anime ai!
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2019.03.21 03:35 real-anteater-yes Collaboration pour le sondage 2019 de r/Quebec

(Edit2: j'ai ajouté vos suggestions au Google Form, mais j'ai pas le temps de mettre à jour la liste dans ce fil tout de suite, je ferai ça en fin de semaine... continuez de m'en envoyer!)
(Edit1: merci u/redalastor pour l'épinglage!)

Salut Air Québec.

Il y a de cela un peu plus d'un an, j'ai proposé à la communauté de ce subreddit de créer un sondage collaboratif, pour en dresser un portrait. Ça a donné trois fils de discussion :
  1. Remue-méninges/choix des questions;
  2. Le sondage lui-même;
  3. Les résultats.
Le bon u/redalastor m'a rappelé que ça serait peut-être le temps de mettre les résultats à jour, j'entreprends donc le même manège à nouveau, et j'ai à nouveau besoin de votre aide.

Ce fil fait donc office de remue-méninges.

À la fin de ce message, vous trouverez un résumé de la version du sondage que je compte publier, et je mettrai à jour ce message continuellement jusqu'à la publication dudit sondage. Voici les changements apportés/que je compte apporter par rapport à l'an passé, à date :
  1. Il y aura un seul sondage plutôt qu'un "long" et un "court", et il sera basé sur le "long". L'an passé, environ 5 fois plus de personnes avaient répondu au sondage "long", donc je devine que les gens aiment donner leur opinion. La seule raison d'être du sondage "court" était que j'imaginais que le monde très occupé ne répondrait qu'à lui, mais finalement il n'y a pas grand monde de très occupé sur reddit.
  2. J'ai enlevé toutes les questions "inclassables" (e.g. Pepsi vs Coke, Un hot-dog est-il un sandwich, etc.), parce que je veux en mettre d'autres par souci d'originalité.
  3. J'ajoute une question qui demande explicitement si la personne accepte que ses réponses soient incluses dans un partage ouvert ANONYME des réponses. Google Forms fait des graphiques assez laids, parfois difficiles à lire, mais nous donne accès à un fichier Excel contenant toutes les réponses, corrélées (i.e. "par personne"), que certains utilisateurs pourraient utiliser pour mieux analyser et présenter les données, faire des corrélations, etc. Il y aura une question qui demande si on veut être retiré de cette liste publique de réponses (en quel cas vous serez enlevé avant même la publication du fichier Excel, sans poser de question), et une qui demande si on s'oppose à ce partage en général (si plus d'une personne s'y oppose, je ferai un fil de discussion pour qu'on décide ensemble ce qu'on fait).
  4. Certaines questions sont enlevées, d'autres ajoutées, d'autres modifiées, voir la liste à la fin de ce message.
De plus, je répète les points suivants :

J'en profite pour ping u/monsieurbeige, qui était passé tout droit l'an passé quand j'avais fait mon appel à tous.

Brève réponse à une sélection de commentaires anonymes envoyés l'an passé :

J'ai indiqué "pratiquant" après avoir indiqué être athée, par souci de cohérence. J'espère que c'est l'esprit dans lequel le questionnaire a été construit...
J'ai clarifié en ajoutant l'option "Ne s'applique pas (e.g. athées, agnostiques, etc.)", est-ce que c'est mieux?
 
Inclure sciences sociales dans le choix de domaine de travail et/ou études.
Il y a déjà sciences humaines, c'est pas équivalent? Je remplace "Lettres - Sciences Humaines" par "Lettres - Sciences Humaines - Sciences Sociales". Ou sinon il y a déjà "Social - Services à la personne", si c'est plus ça que tu voulais dire. Je veux garder ça aussi près que possible de la liste CIDJ, je leur fait confiance d'avoir fait une liste exhaustive et j'ai peur qu'en changeant des trucs, je crée des redondances ou enlève un secteur.
 
''Construction'' comme choix d'emploi.
Je remplace "Bâtiment - Travaux publics" par "Bâtiment - Travaux publics - Construction".
   
Vous n'avez pas une option 'militaire' ou 'soldat' dans la liste des emplois.
J'ai précisé "(incluant carrière militaire)" dans la réponse "Défense - Sécurité - Secours".
   
Dans les idéologies, j'aurais ajouté "nationalisme" et "internationaisme" ou un truc du genre.
et
Z'avez oublié l'anarcho-communisme
et
La catégorisation de concepts comme l'anarcho-capitalisme ou le libertarianisme, c'est un peu trop intense comme question; Ça me rebute parce que je n'ai pas assez de connaissances et je ne trippe pas assez sur ces concepts politiques pour tous les peser les uns contre les autres.
Et autres commentaires publics là-dessus : je pense enlever cette question.
   
Aucune question sur l'état du sub /Quebec. décevant.
J'en ai ajouté une, d'autres idées?
   
C’était correct, j’apporterais un peu de précisions quant à la question de souveraineté. Que veux dire Oui et que veux dire Non. Je le sais mais cela pourrait confondre d’autres personnes.
Ça deviendrait compliqué mais je prends les suggestions.
   
Le sondage a quelques failles sur certaines questions, mais est somme toute bien dans l'ensemble.
et
Le questionnaire a été un peu rushé, j'aurais apprécié une plus grande réflexion dans les choix de la section politique, et dans le sondage en général. Aucune question sur l'environnement, c'est ridicule. Il aurait fallu que le sondage soit pré-testé.
Enwaille shoot c'est le temps.
   
Mobile friendlyness du sondage 3/10
Désolé :/.
   
Maintenant que tu connais tout sur moi, à ton tour! Que portes-tu en ce moment?
Des beaux jeans bleus pis c'est toute.

Questions, à date (dernière mise à jour: mercredi 20 mars 2019 -- envoyez-moi vos suggestions, en commentaire ou en privé!)

Pour avoir une idée de ce à quoi les choix de réponses ressemblent, voyez les résultats de l'an passé.

 

Renseignement généraux

  1. À quel genre vous identifiez-vous?
  2. Quel âge avez-vous?
  3. Où avez-vous grandi? Où avez-vous vécu en tant qu'adule? Où vivez-vous aujourd'hui? (trois questions séparées, dans un tableau avec toutes les régions administratives, les provinces, puis "Hors du Canada")
 

Style de vie

  1. Quelle(s) est(sont) la(les) langue(s) parlée(s) dans votre foyer, principalement?
  2. Avez-vous des enfants?
  3. Si oui, combien?
  4. Quel est votre statut amoureux?
  5. Possédez-vous au moins une voiture?
  6. Quel(s) est(sont) votre(vos) mode(s) de déplacement principal(aux)?
  7. Combien d'heures par semaine considérez-vous mettre dans le travail ménager?
  8. Combien dépensez-vous en nourriture chaque semaine environ, pour votre propre personne (excluant votre conjoint.e et enfants)? En alcool?
  9. Quelle quantité d'alcool consommez-vous par semaine environ (en nombre de consommations)?
  10. Je consomme du cannabis au minimum une fois par (environ)... (choix: jousemaine/mois/an)
  11. Fumez-vous la cigarette?
  12. Possédez-vous une ligne téléphonique fixe chez vous?
  13. Êtes-vous abonnés à un forfait de cablodistribution (excluant les services de streaming comme Netflix, Amazon Prime, etc.)?
  14. Parmi les services de streaming suivant, auxquels avez-vous accès (incluant un compte partagé, peu importe si c'est vous qui payez)?
  15. Combien d'heures par semaine passez-vous à écouter la télévision traditionnelle (excluant le streaming, et la télévision sur demande)?
  16. Combien d'heures par semaine passez-vous à écouter la radio en direct (excluant les baladodiffusions/podcasts)?
  17. Écoutez-vous des baladodiffusions/podcasts?
  18. Êtes-vous abonné à un quotidien imprimé?
  19. Quelle est votre opinion des médias suivants? (choix: La Presse, Le JdM, Le Devoir, Gazette, Huffpost, Ricochet, RC/RDI, TVA/LCN)
  20. Je fréquente ces réseaux sociaux au minimum une fois par (environ...) (jousemaine/mois/an/moins). (choix: quebec, reddit en général, Fb, Twitter, Instagram, LinkedIn, Tumblr, Pinterest, Snapchat)
  21. Quelle est votre opinion des sites et applications de rencontre (Tinder, OkC, etc.)?
  22. Quelle est votre utilisation des sites et applications de rencontre?
  23. À quelle appartenance religieuse vous identifiez-vous le plus, que vous soyez croyant ou non? (choix: catholique, protestant, orthodoxe, autre chrétien, juif, musulman, hindouiste, bouddhiste, sikh, temple satanique, athée, agnostique, autre)
  24. Croyez-vous en une (ou plusieurs) divinité(s)?
  25. Outre un (ou des) dieu(x), avez-vous des croyances surnaturelles ou métaphysiques (astrologie, karma, etc.)?
 

Emploi, études, secteur, et cie.

  1. Quel est votre dernier diplôme obtenu?
  2. Quel est votre "plus haut" niveau de scolarité atteint?
  3. Cochez les options qui correspondent à votre situation: étudiant/travailleur temps plein/travailleur temps partiel/sans emploi (incluant invalide avez-vous un meilleur mot pour invalide?)/retraité
  4. Dans quel secteur travaillez-vous (avez-vous travaillé) ou étudiez-vous (avez-vous étudié)? (choix: liste CIDJ + "Je suis à la formation générale (secondaire, formation aux adultes) ou sans emploi")
  5. Si vous travaillez dans les TI, pouvez-vous être plus précis? (choix: admin de BDD, admin syst., admin rés., dev, tech, architecte, analyste en sécurité)
  6. Revenu annuel brut. (choix: arrondi au 5000$ pour tout ce qui est en-dessous de 100 000$, puis de plus en plus large)
 

Politique et enjeux sociaux

  1. Élections provinciales (Québec): intentions 2022, vote 2018?
  2. Élections fédérales (Canada): intentions 2019, vote 2015?
  3. Vous considérez-vous souveraniste?
  4. S'il y avait un référendum sur la souveraineté du Québec demain matin, pour quelle option voteriez-vous?
  5. Si vous êtes souverainiste et qu'un parti souverainiste était porté au pouvoir au Québec en 2022, voudriez-vous d'un référendum sur la souveraineté du Québec dans un premier mandat?
  6. Que vous soyez souverainiste ou non, quelle est votre opinion sur la tenue d'un référendum sur la souveraineté du Québec?
  7. Sur l'axe gauche-droite ÉCONOMIQUE, où vous situez-vous?
  8. Sur l'axe gauche-droite SOCIAL, où vous situez-vous?
  9. Vous considérez-vous comme féministe?
  10. Les drogues (autres que celles qui sont déjà légales) devraient êtres... (choix: criminelles/illégales, décriminalisées, légales)
  11. Sur une échelle de 1 à 10, 1 étant "considérer l'individu avant la collectivité", et 10 étant "considérer la collectivité avant l'individu", où vous situez-vous? Je pense enlever cette question, car elle est très floue, à moins que quelqu'un veuille la reformuler ou ne s'y oppose.
  12. Sur une échelle de 1 à 10, à quel point adhérez-vous aux idéologies/tendances suivantes? (choix: libéralisme, social-démocratie, socialisme, communisme, marxisme, anarchisme, fascisme, libertarianisme, anarco-capitalisme, nationalisme, internationalisme) Je pense enlever cette question, car c'est sur elle que j'ai reçu le plus de plaintes. Entre autres, plusieurs disent que ces termes sont mal définis. D'autres ont dit qu'elle était intimidante parce qu'ils ne connaissaient pas les définitions. Plusieurs ont aussi dit "ajoute telle idéologie, enlève telle autre, etc."
  13. En rafale, pour ou contre (la hausse du salaire minimum à 15$/h, la privatisation de la SAQ, la privatisation TOTALE d'HQ, la privatisation PARTIELLE d'HQ, enlever les sub. aux écoles privées, diminuer les sub. aux écoles privées, augmenter les sub. aux écoles privées, l'interdiction des signes religions dans la fonction publique, l'interdiction des signes religieux position d'autorité seulement, un 3e lien à l'est à Québec)
  14. Je trouve qu'au sens large, en moyenne, le monde sur Quebec est... (très à gauche comparé à moi, un peu à gauche comparé à moi, modéré/dépend des enjeux, un peu à droite comparé à moi, très à droite comparé à moi)
 

Who's who?

  1. Quelle est votre opinion des personnes suivantes? (choix: Legault, Massé, Pierre Arcand/interim PLQ, Pascal Bérubé/interim PQ, J. Trudeau, Scheer, Singh, Y-F Blanchet, Couillard, Lisée, Hivon, GND, Khadir, Catherine Fournier, M. Ouellet, V. Plante, Coderre, Labeaume, PKP, Aussant, Alexandre Cloutier, M. Joly, M. Bernier, Guy Nantel, Sugar Sammy, MBC, C. Rioux, R. Martineau, D. Trump, H. Clinton, B. Sanders, Obama, E. Macron, A. Merkel)
  2. Quelle est votre opinion de ces candidats à la présidence américaine? (choix: liste Wikipédia pour les primaires démocrates + Joe Biden et quelques autres non déclarés + H. Schultz)
 

Inclassables

Rien pour l'instant!
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2019.03.20 16:04 chaispastrop J'en ai marre des parents dysfonctionnels avec leurs enfants en public et je ne sais pas quoi faire quand je suis témoin de ça. Rien dire c'est cautionner. Faire quelque chose c'est risquer l'esclandre.

Je vais souvent au Flunch du coin, et puis j'y reste une heure ou deux pour bosser après le repas. (Mauvaise idée de base vous allez me dire...).
J'en ai marre, mais vraiment marre, de voir la réalité de la société :
J'en ai marre de tout ça NON PAS parce que ça m'emêche de bosser (ça ça ne me dérange pas, c'est mon choix d'aller dans un lieu public, et je ne me plaindrais jamais pour ça, idem les enfants qui font du bruit ça ne me dérange pas, ils jouent), mais parce que voir un tel comportement de parents, c'est vraiment usant et triste pour la société. Et lâche de ma part de pas intervenir.
Dans quels cas intervenez-vous face à ça?
De même, j'en ai marre des gens qui crachent dans la rue, qui jettent leur truc par terre, qui passent à la caisse sans dire un mot à la caissière en continuant leur conversation au téléphone. Mais dans chacun de ces cas là, je me tais honteusement.
TL;DR : j'suis passé en 10 ans de gauchiste qui va à des réunions NPA à une sorte de mamie qui se désole d'une disparation d'une vertu désuette: la politesse. C'est grave?
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2018.11.02 15:31 JesseAmaro77 Wild Hunter Update 0.1.19.10050

Wild Hunter Update 0.1.19.10050

## Atualização SCUM Wild Hunter


Antes de entrarmos nos detalhes, vamos a uma breve descrição do patch:

A atualização Wild Hunter do SCUM introduz uma série intensa de novos recursos que atendem aos desejos mais primitivos dos prisioneiros. A atualização é destacada com a introdução de habilidades básicas de arco e flecha tanto para caça selvagem (de animais) quanto para combater zombies e outros prisioneiros. Os prisioneiros podem usar essas novas habilidades rastreando e atacando novos javalis e cabras perambulando pela ilha, depois criando seus troféus em chapéus de cabeça intimidantes ou cabeças com pontas decorativas. Lenta as coisas ao redor da fogueira com novos instrumentos musicais para tocar, incluindo um banjo, violão e gaita. Além disso, a personalização de personagens inclui um modelo de personagem totalmente nu e a capacidade de aplicar pontos de atributo aos genitais de um prisioneiro.

>> Arcos e flechas


Arcos e flechas

# O arco recurvo (direito) é um arco básico que pode ser encontrado na ilha, e oferece maior durabilidade do que o arco improvisado.
# O arco improvisado (Esquerda) é o tipo mais básico de arco no jogo, sua durabilidade é mais fraca e ele só pode ser craftado.

flechas
# A flecha de carbono é a flecha mais durável e só pode ser encontrada pelo mapa.
# A flecha de madeira pode ser craftada, mas não oferece muita durabilidade.

Nota importante - esta é a primeira versão da mecânica de arco e flecha. Nós vamos expandir e melhorar ela com o passar do tempo à medida que aprimoramos a habilidade.

>> Crafting Primitivo


1
# Adicionamos mais algumas mascaras legais para que você possa ter roupas combinando com seus amigos. Boné de cabra e gorro!

2
# Nunca há decorações de Halloween suficientes. Aquelas cabeças em pontas enviam uma mensagem clara para as pessoas que entram no seu acampamento. Além disso, eles são criados por meio do sistema do blueprint para que você possa ser criativo com eles (posicionamento livre).

3
# Todos (?) pediram um colar de dentes, então aqui está. Nós também adicionamos um colar de orelha, e ambos os colares vêm em 3 variantes possíveis, dependendo de quanto você gosta de caça.

>> Deixe-o pendurar!


1
Um dos principais recursos que adicionamos ao Wild Hunter é o corpo totalmente nu na customização de personagens. Além disso, adicionamos um controle deslizante para o seu pinto. O tamanho padrão é de 4 polegadas e você pode aumentar seu máximo para 8 ou diminuí-lo para o menor em 1 polegada. Como acontece com tudo no SCUM, esse atributo é conectado, portanto, se você adicionar pontos ao comprimento, isso reduzirá os pontos de atributo disponíveis e, se você reduzir o tamanho, ganhará mais pontos de atributos para serem usados em outro lugar.

Além disso, respeitamos as pessoas que não querem ter essa experiência visual e, por isso, também temos um modo oculto. Os proprietários do SCUM Supporter Pack começam com um extra de 2 polegadas.

>> Instrumentos musicais


Instrumentos musicais

Adicionamos uma guitarra, banjo e gaita.

Todos os instrumentos musicais podem ser tocados com o teclado iniciando com a nota C (dó) na tecla "R" do teclado quando estiver no modo Reproduzir Instrumento. Não podemos esperar para ver que música a comunidade criará com essas novas adições.
----------------------------------------------
R = C - Dó 5 = C# - Dó sustenido T = D - Ré 6 = D# - Ré sus Y = E - Mi U = F - Fá 8 = F# - Fá sus I = G - Sol 9 = G# - Sol sus O = A - Lá 0 = A# - Lá sus P = B - Si
--------------------------------------------
R = C - Dó R é a tecla no teclado. C é a ''representação musical'' (cifra) que representa a nota Dó.

OBS.: Você pode religá-los ao seu gosto - note que quando você toca um instrumento, todas as funções são desativadas além de serem movidas. (?)

Aqui você pode ouvir eles em ação > https://www.youtube.com/watch?v=dQw4w9WgXcQ

>> Por trás das câmeras!


1
2
Por enquanto, esse modo está disponível apenas para usuários que alugam servidores privados e têm a função de administrador, embora estejamos trabalhando para expandir isso no futuro.
Agora você pode finalmente se tornar um drone e voar por aí. Para habilitá-lo basta criar um personagem com o nome "Drone290818"

WASD - movimentos
Rolagem do mouse - Aumentar / diminuir a velocidade
Enter - Alterar visão
Page up / down - Teleporta você para os jogadores

# Você também pode vislumbrar a parte subterrânea da nova base naval, como é divulgada neste patch!

Chinês simplificado!


Tonima

# Totalmente operacional. O idioma chinês simplificado foi implementado na atualização do Wild Hunter.
# Há uma nova opção de personagem para escolher na criação de personagem!


IMPORTANTE: Como o SCUM é um jogo de sobrevivência em seu núcleo, estamos começando a diminuir lentamente as taxas de spawn de itens para uma sensação de sobrevivência no jogo.


>> Mudanças Gerais - Balanceamento e Loot


# Taxa de respanw de loot militar foi reduzido em 50%
# Todos os outros loots foram reduzidos em 25%
# Todo o ganho de comida ao cortar zombies, animais e jogadores foi reduzido em 50%
# O ganho de pontos de fama ao atirar nas sentinelas (Robo gigante) é x4 menor agora.
# Arrancar papéis de diários não dá mais pontos de fama (?)
# Aumento do ganho de açúcar ao beber sucos de 11g para 19g por cada 100g
# Urinar vai agora diminuir os níveis de sódio (até 10% por mijada)
# Os zombies não podem mais ser cortados em carne ou gordura. (A carne não podia ser comida antes de qualquer coisa, então decidimos removê-la)
# Binóculos ocupam espaço 2x2 no inventário agora
# Todos os scopes (lunetas) podem ser usados como binóculos apenas segurando-os na mão.

>> Correções de bugs


# Corrigido erro no menu de seleção de eventos. As vezes não era possível alterar o evento selecionado.
# Corrigido um bug em que árvores de uva desapareceriam depois de pesquisaprocurar por uvas.
# Corrigido um bug que fazia a câmera voar para longe se a morte acontecesse enquanto o prisioneiro estava no ar

# Corrigido um bug onde os cadáveres desapareciam algumas vezes.
# Corrigido um bug onde os itens desapareciam depois de serem esfaqueados em cadáveres
# Corrigido um erro com escadas onde os jogadores ficavam presos.
# Corrigido o problema de mira do crosshair

# O cadáver do prisioneiro agora está devidamente liberado do equipamento na busca.
# Corrigido um bug onde cadáver de prisioneiro estava se contorcendo e se teletransportando na morte.
# Corrigido um bug onde as pessoas cairiam em cavernas e seriam capazes de matar jogadores abaixo do solo.
# Corrigido um bug onde alguns blueprints não podiam ser destruídos

>> Comandos de administração


# O comando admin para proibir e configurar pontos de fama pode ser feito mesmo se o jogador estiver offline agora.
# Jogadores banidos são removidos da lista de estatísticas
# Adicionado o novo comando #SetFamePointsToAll , todos os jogadores online no servidor recebem a mesma quantia de Pontos de Fama.

>> Otimizações e AntiCheat


# Mais melhorias de otimizações de cliente e servidor devido à migração da versão da Engine para a 4.20
# Outras atualizações sobre o nosso sistema anti-cheat

Caso você tenha um problema de conexão com um servidor, lembre-se, desde o momento da implantação da correção, que os servidores podem levar até 60 minutos para serem atualizados!



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2017.10.10 01:36 TheGrandClementine /u/TheGrandClementine parle de démocratie à Brossard

TheGrandClementine parle de démocratie à une foule de libéraux à Brossard
Le Parlement canadien est une institution unique dans notre monde. Nous avons le meilleur de la tradition anglaise et de l'innovation américaine pour produire la résolution canadienne. Il y a trois termes quand j'ai été élu comme député pour le Grande Montréal, avec la moitié des votes de première préférence. Rencontre avec les Québécois, je savais que leur intérêt pour leur voix était d'être entendu dans un pays où il semblerait que l'orientation régionale dépend du gouvernement de l'époque. En arrivant à Parliament Hill, je suis entré dans la grande cathédrale où les géants politiques ont donné leurs discours. Je me suis assis à côté du Premier Ministre, une expérience intimidante alors que j'étais le troisième commandant du gouvernement. Dans la journée, j'ai assisté au débat qui a continué, revigoré par les points de vue de tous les députés. À l'époque, le Président du Parlement avait encouragé les membres de la Chambre à participer à des débats, et pas seulement des membres les plus éminents. Cependant, j'étais dans une situation particulière. J'ai été ministre des Finances, mais je n'étais pas membre de l'élite politique ou de l'établissement d'Ottawa. J'étais dans une position très unique à travailler pour tous les Canadiens.
Ce sont les moyens Canadiens dans notre grande nation pour lesquels nous travaillons au Parlement. Au Canada, nous trouvons un équilibre entre les connaissances politiques et la volonté populaire. Souvent, la politique peut sembler une bataille entre les lobbyistes qui fournissent des informations biaisées aux politiciens et aux personnes dont nous négligeons le pouvoir. Dans notre Chambre des communes, les députés ne tirent pas leur pouvoir de leur propre volonté et de leur volonté, mais par la volonté du peuple. Les gens confient à leurs députés des pouvoirs législatifs, pendant quelques années à la fois, pour représenter leurs intérêts. En outre, les gouvernements et leur pouvoir exécutif ne sont qu'une attribution temporaire de pouvoir par les gens. Peu importe ce que nous faisons, nous devons toujours nous rappeler que ce n'est pas notre droit d'être dans cette Chambre, mais la volonté de millions de Canadiens dans leurs votes collectifs.
La Chambre des communes canadienne a beaucoup de potentiel pour faire du bien. On dit que le 18ème siècle peut être le siècle français, le 19ème siècle anglais, le 20ème siècle américain, et le 21ème siècle canadien. Sur toutes les décisions politiques majeures relatives aux termes internationaux, le Canada a toujours été exact. Dans l'ensemble des gouvernements Chrétien et Martin, des excédents budgétaires ont été réalisés et maintenus en période de boom économique. Au cours du gouvernement Harper et de la crise financière, les banques canadiennes sont restées solides et aucun d'elles a échoué, et la route vers la réprise était optimiste. Depuis, de nombreuses réalisations ont été atteintes par les gouvernements à travers le couloir. En tant que député nouvellement élu, j'ai compris la tâche ardue qui m'a été donnée. Aujourd'hui, j'ai toujours une admiration et une admiration pour cette institution. C'est parfois merveilleux, indescriptible d'autres fois. Dans toute sa grandeur, dans toutes ses forces, la Chambre des communes canadienne doit rester une force pour le bien, pour la justice, et pour le peuple.
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2017.08.09 14:18 DD_Power Para os depressivos do r/Brasil - se você se sente vazio e sem propósito, experimente aprender algo novo

A internet pode ser um lugar terrível, ao mesmo tempo em que pode ser uma bênção. Tudo depende do uso que você der a ela. Muita gente diz "ah, vai viajar", "vá fazer trilha na mata", "faz mountain bike", "compra uma prancha e vai pegar onda", "cai na night", "vai conhecer pessoas novas", mas essas coisas, apesar de simples, podem ser extremamente intimidantes e soar impossíveis para quem está imobilizado pela depressão. Existem coisas mais simples que você pode fazer dentro de casa que podem preencher o seu vazio existencial, desde que você compreenda que no começo, você será terrível, mas que com o tempo, você irá melhorar. Por exemplo, se você sempre sonhou em desenhar, existem diversas páginas e vídeos com tutoriais gratuitos na internet. Se você sempre quis escrever, comece! Se você sempre teve vontade de aprender a programar, comece! Cozinhar? Porra! Pintar? Pinta como eu pinto (mentira, eu não pinto).
Não importa o quão ruim você seja no início. Persista, procure as peças que faltam nos tutoriais que você usar (isso sempre acontece), e se não encontrar, procure um fórum ou um subreddit sobre o assunto e pergunte sem vergonha!
Eu to nessa merda de vida vazia, me sentindo deslocado de tudo e de todos, mas na última semana eu resolvi voltar a mexer com modelagem e animação 3D. No momento, eu to apenas recuperando o que eu perdi nos últimos 10 anos, mas isso tá ocupando a minha cabeça de tal forma que eu não to nem me forçando mais a jogar videogame, por exemplo. Nos últimos dias minha vida tem sido apenas trabalhar e estudar, mas eu to estudando com uma mistura de pavor e prazer; pavor porque eu to aprendendo por conta própria, sem um professor pra tirar dúvidas, e prazer porque eu estou estudando algo que eu quero.
Existem vários sites com cursos gratuitos e pagos, como a Udemy, a Fundação Getúlio Vargas entre outros, além de videoaulas gratuitas aos montes no Youtube, por exemplo. Então, antes de se entregar, sugiro que tente fazer isso. Comigo está dando certo.
Beijinho, beijinho. Tchau, tchau!
submitted by DD_Power to brasil [link] [comments]


2016.08.02 01:58 tyno75 [Proposta] - Tribunal especificamente designado para lidar com casos de corrupção

Penso que ninguém aqui vai discordar que o maior problema que é preciso resolver em Portugal é o da corrupção, mas não basta estar consciente de que acontece para andarmos para a frente, é preciso arranjar uma maneira de a combater duma maneira eficaz.
Tendo em conta este objectivo, o que eu proponho é que uma das mudanças que deviamos idealizar era a criação dum Tribunal (um sub-Tribunal se quiserem) especificamente designado para lidar com casos de corrupção, este Tribunal(que poderia até ser um ramo do Tribunal de Contas, mas que na minha opinião deveria ter uma existência independente) deveria ter o seu próprio orçamento, sendo que este orçamento deveria ser relativamente alto, e tendo em conta que o Orçamento total da Justiça em 2015 foi de cerca de 500 milhões de euros, eu diria que o Orçamento destinado à Justiça deveria duplicar e esses 500 milhões extra poderiam ser destinados ao tal Tribunal da Corrupção, digo isto pois neste Tribunal não poderiam faltar meios de investigação nem de logística, nem poderia haver razões financeiras para os próprios juízes deste Tribunal se deixarem corromper, e uma boa maneira de garantir que isso não acontece ou pelo menos prevenir que aconteça, é pagar bem aos juízes.
Já pressupondo a existência de tal Tribunal, outra medida que considero importante era a de tornar as penas relativas à corrupção muito mais severas, com a detenção de bens ilicitamente obtidos e penas mais longas, quando for o caso, para além de multas ridiculamente altas, de tal maneira que a corrupção se vá tornando obsoleta. Isto porque, na minha opinião, a corrupção só deixa de acontecer quando deixar de compensar, nós tendemos sempre a olhar para o nosso umbigo antes do dos outros,poucos e bons são aqueles que fogem a esta regra, e se ,"eu",um individuo com um cargo público, sentir que fico melhor ao deixar-me corromper estou disposto a fazê-lo, e enquanto assim for, enquanto as penas não forem deveras intimidantes e enquanto a Justiça não tiver os meios para investigar briamente e minuciosamente cada caso, a corrupção não deixa de acontecer.
Exemplos de situações em que se criaram Tribunais do género são, por exemplo: Morris Tribunal e Mahon Tribunal, na Irelanda, que foram inquéritos públicos que foram realizados no contexto de casos de corrupção mas que funcionavam quase como um Tribunal independente no julgamento dos casos em questão; estes Tribunais encerraram após a conclusão dos respetivos casos, eu sugeriria algo mais permanente.
Outro caso bastante mais recente é o efeito que teve na Islândia o aprisionamento dos banqueiros e respetivos políticos cúmplices, que, sem surpresa, foi de melhoria geral da economia e do bem-estar social.
Aguardo por opiniões, comentários e sugestões.
Cumprimentos
PS:Digo isto porque penso que quando formos abordar o público não basta dizer que está mal, é preciso dizer como os governos atuais poderiam estar a lidar com a situação para que fique clara a ideia que é possível fazer algo, no entanto, deliberadamente não se faz...
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2016.06.01 23:45 geleiademocoto Qual é a do .NET?

Me lembrei dessa dúvida no post recente do colega procurando desenvolvedor. Eu sei que tem gente aqui que trabalha na area, então queria uns testemunhos de quem está lá "no mundo real". Eu como estudante/estagiária quase não ouço falar em .NET. Aqui no Canada, procurando estágio recentemente, não lembro de ter visto ninguém mencionar isso, nem estudantes de co-op (é um esquema que tem aqui que os estudantes alternam estudo e trabalho a cada trimestre) falando em aprender esse framework, e eles são mo estressados aqui, decoram um livro inteiro pras entrevistas e tal (esse -> https://www.amazon.ca/Cracking-Coding-Interview-Programming-Questions/dp/098478280X).
Por outro lado, eu lembro que quando estava no Brasil, dando uma olhada por ai nos anúncios de emprego e tal, eu via bastante .NET (e bastante php também). Pra vocês que estão por ai trabalhando, realmente é tão usado assim? Por que parece que não é muito "popular" mas ao mesmo tempo dentro das empresas é?
Como vou voltar para o Brasil e procurar emprego provavelmente para programar nas redondezas de SP, estou pensando (ja faz tempo, o outro post so me lembrou) que talvez eu deva aprender .NET. Eu so sei que e um framework da Microsoft e que voce pode usar varias linguagens diferentes. Não sei direito se isso acontece por meio de uma maquina virtual ou seja o que for. Enfim, não estou pedindo pra ninguém me ensinar, eu sei da existência do google. Estou mais me perguntando se é realmente essencial para ser programador no Brasil.
Eu não uso o meu laptop c/ Windows para programar, faço essas coisas no mac. Pra falar a verdade eu acho meio intimidante a ideia de tentar desenvolver no Windows. A impressão que eu tenho é que tudo é mais difícil, é um bicho de sete cabeças, da mais trabalho, mais problema, etc.. então tem essa de superar o medo de programar para o windows também -_-
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2016.03.16 08:52 antistar88 Femininistas rebeldes Portuguesas

Cresci com uma mãe que me ensinou boas maneiras. Não ponhas os cotovelos na mesa. Mastiga a comida como deve ser. Tira o dedo do nariz. Endireita a coluna que ficas marreco. Vocês sabem.
Ora tenho reparado ultimamente que existem raparigas, geralmente na casa dos vinte e poucos vinte e muitos que não são capazes de distinguir entre boa educação e sexismo.
Vou a andar no centro comercial e duas mulheres barrem-me o caminho. Paro e digo para passarem. Uma passa. A outra faz cara de teimosa e diz para eu passar. Vou a entrar ao mesmo tempo numa escada rolante, digo a mulher faça favor e ela fica ali a dizer a mesma coisa com olhar desafiador.
É bem... não tenho paciência para ficar ali a brincar ao braço de ferro. Não sou sexista, simplesmente é assim que fui educado. Acho engraçado que algumas mulheres tenham necessidade de fazer esse tipo de coisas, dá a sensação que pensam que se aceitarem o gesto isso significa que são subservientes. As mais velhas até parecem ficar encantadas com este tipo de gestos.
Não sou nenhum armário ameaçador intimidante, será por isso? Já alguém teve experiência semelhante?
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2016.02.02 21:37 FrangoComBatatas Exame de condução

Viva, pessoal! Se não for muita a maçada, gostaria que me disponibilizassem uns momentinhos.
Daqui a dois dias, irei a exame de condução pela segunda vez. Sendo habitante da zona Norte, eu, como tantos outros candidatos a condutores, estou sob pressão pelo simples facto de haver já há mais de um ano um grande entupimento na lista de pessoal que vai a exame de condução, de modo que o período de espera entre o acto de requisição e o próprio exame chega, às vezes, a ultrapassar os três meses. Tudo isto para chegar ao meu caso... Fiz o código em finais de Agosto e comecei uma semana depois as aulas de condução. Em finais de Outubro, fui a exame.
Humildemente, considero-me um bom condutor, apesar da pouca experiência, como é óbvio, o que quer dizer que me sentia perfeitamente confortável na generalidade das tarefas em ambiente citadino e exterior, e com capacidade de me desenvencilhar de obstáculos com relativa facilidade. O meu grande problema foi, de facto, o nervosismo, algo que me afecta com alguma gravidade em eventos deste tipo de relevância.
Fui o primeiro a começar o exame do meu par, e, assim que comecei a conduzir, consegui, de certa maneira, relaxar-me bastante, dado que guiar um carro é uma das coisas que mais gosto de fazer. O problema começou cerca de quinze minutos mais tarde, quando segui uma direcção diferente daquela que o examinador me tinha indicado. Claro está que foi um equívoco, porém foi o suficiente para voltar a lançar o nervosismo no meu sistema. Voltei depois ao percurso inicial e segui caminho. Uns minutos mais tarde, comecei a ceder bastante e comecei a fazer asneiras atrás de asneiras, contribuindo cada uma delas para que a minha situação deteriorasse ainda mais, todas elas iguais à mesma que primeiramente indiquei. O examinador que ia comigo, apesar de algo intimidante, perdoou-me muita coisa, mas outro erro no percurso foi a gota de água, tendo em conta que acabei por cometer uma infracção ao circundar uma placa circular mais adiante. Escusado será dizer que me senti bastante frustrado, tendo em conta que o meu nível de preparação não correspondeu à minha prestação geral no acto de exame. Desde aí, tive que esperar (claro está!...) mais de dois meses para que me notificassem acerca do meu novo exame.
Tive direito a mais cinco aulas, que esgotei hoje, e o meu balanço foi um misto de emoções: em tão pouco tempo, tive que tentar recuperar o máximo de perícia possível, ao mesmo tempo em que tentava ganhar confiança atrás do volante. Gosto de dizer que conduzir um carro é como conduzir uma bicicleta: nunca se esquece. Porém, não se precisa de carta de condução para a bicicleta... Acho que continuo a conduzir tão bem como antes, com a única diferença de que não consigo ter com a mesma facilidade a atenção pelo meio circundante, o que me tem deixado, de certa forma, tenso. Em suma, sinto-me capaz de circular com um carro, mas não me sinto tão seguro em relação a um exame. Já nem é por causa do dinheiro: trata-se já do tempo gasto e do desgaste emocional adjacente.
Depois deste testamento, algumas sugestões? Preciso, urgentemente, de me "auto-encorajar"!...
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2015.01.28 17:27 mano_do_erasmus Vou fazer Erasmus, e tenho que escolher: Paris ou Poznan?

Sei que são cidades e realidades completamente diferentes, por isso queria saber as opiniões de quem já lá tenha vivido/estudado.
Por um lado Paris atrai-me pela qualidade da universidade (Université Pierre et Marie Curie) e pela cidade em si, por outro preocupo-me se a exigência da universidade não prejudica um pouco o "espírito" do Erasmus - diversão, copos, conhecer pessoas. Já para não falar do custo de vida.
Depois há Poznan, em que tenho basicamente a garantia de todas estas coisas, mas por outro lado a universidade lá não é nada de especial. A cidade é relativamente pequena e muito menos intimidante que Paris.
Que acham? Obrigado
Edit: Decidi-me por Poznan. Acho que para o ideal de Erasmus que tinha na cabeça quando decidi que queria participar, é mais... Adequada.
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